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Esta casa de veraneio no interior de São Paulo, construída para um casal com três filhas crescidas, teve de conciliar a dicotomia entre uma vista privilegiada para campos de golfe e bosques, ao sul ,e a busca por luz abundante do lado da rua, ao norte. O partido escolhido foi a distribuição dos espaços ao longo do eixo latitudinal do terreno, de modo que pudessem desfrutar tanto da paisagem quanto do sol. O térreo divide-se em duas alas: de um lado, quatro suítes para as filhas e hóspedes abrem-se para um corredor envidraçado voltado para o sul e são protegidas por venezianas de madeira e pelo paisagismo ao norte; do outro, as áreas sociais se sucedem para formar um único espaço coletivo integrado ao entorno. O clima seco da região levou à criação de um pequeno lago artificial que circunda as áreas comuns. Com 50 centímetros de profundidade e pontuado por grandes rochedos,o lago contém espécies de plantas e peixes que mantêm a água naturalmente limpa e se confunde com a piscina propriamente dita, cavada na parte central. A madeira no piso das áreas íntimas cede lugar à pedra das áreas sociais. A sala possui pé-direito amplo, com 3.60 metros de altura, aquecido pelo forro de madeira que se estende do interior ao exterior da casa. Um volume menor revestido em madeira, no interior da sala, abriga o lavabo e a adega. A horizontalidade do espaço, que une jantar, estar e lareira ao deck, é ressaltada pelos caixilhos que correm para as laterais e desaparecem por entre as paredes. Proeza técnica, um rasgo contínuo, sem interferência de vigas, ilumina toda a seção oposta ao terraço. Adjacentes à sala, a cozinha gourmet e o home theater podem ser incluídos naquele espaço por portas de correr. No exterior, parte do deck desliza para revelar um spa sob o piso, enquanto outra cede lugar a um fogo de chão. A escada que conduz ao andar superior, onde situam-se a suíte master e o atelier, toma a forma de escultura com degraus engastados na parede, sob grande teto de vidro que transforma o átrio em pátio interno. O volume do primeiro andar retoma a horizontalidade do térreo e contrasta pela simplicidade do revestimento externo em réguas de madeira de diferentes larguras, que formam as venezianas de proteção. A rusticidade da casa é ressaltada pelo emprego de tijolos em tons claros, que trazem leveza ao conjunto. Todos os caixilhos utilizados possuem perfis extremamente delgados de apenas dois centímetros, quase imperceptíveis, mesmo quando fechados. O resultado do design de interiores é uma inovadora composição que concilia marcantes ícones estadunidenses e mobiliário discreto de origem italiana. O escultor Michael Coffey confeccionou o conjunto de mesa e cadeiras que dominam a sala de jantar, em um lento processo de 8 meses trabalhando com peças maciças de madeira. Ícones de Paul Evans, Warren Platner e Richard Schultz dividem espaço com peças neutras, como as de Paola Lenti. A paleta de cores busca tonalidades alaranjadas e o terracota do contexto, além de unir a calidez da madeira ao frescor da pedra. Tecidos como as almofadas listradas ou o grande tapete nepalês da sala ressaltam este esforço por uma atmosfera que transita entre o monocromático e tons terrosos. A coleção de peças de antiquários nova-iorquinos e de obras de arte e objetos do casal, como uma prensa de Joaquim Tenreiro e pratos em cerâmica de Picasso e Burle Marx, completa os ambientes.

Casa MS

Esta casa de veraneio no interior de São Paulo, construída para um casal com três filhas crescidas, teve de conciliar a dicotomia entre uma vista privilegiada para campos de golfe e bosques, ao sul ,e a busca por luz abundante do lado da rua, ao norte. O partido escolhido foi a distribuição dos espaços ao longo do eixo latitudinal do terreno, de modo que pudessem desfrutar tanto da paisagem quanto do sol. O térreo divide-se em duas alas: de um lado, quatro suítes para as filhas e hóspedes abrem-se para um corredor envidraçado voltado para o sul e são protegidas por venezianas de madeira e pelo paisagismo ao norte; do outro, as áreas sociais se sucedem para formar um único espaço coletivo integrado ao entorno. O clima seco da região levou à criação de um pequeno lago artificial que circunda as áreas comuns. Com 50 centímetros de profundidade e pontuado por grandes rochedos,o lago contém espécies de plantas e peixes que mantêm a água naturalmente limpa e se confunde com a piscina propriamente dita, cavada na parte central. A madeira no piso das áreas íntimas cede lugar à pedra das áreas sociais. A sala possui pé-direito amplo, com 3.60 metros de altura, aquecido pelo forro de madeira que se estende do interior ao exterior da casa. Um volume menor revestido em madeira, no interior da sala, abriga o lavabo e a adega. A horizontalidade do espaço, que une jantar, estar e lareira ao deck, é ressaltada pelos caixilhos que correm para as laterais e desaparecem por entre as paredes. Proeza técnica, um rasgo contínuo, sem interferência de vigas, ilumina toda a seção oposta ao terraço. Adjacentes à sala, a cozinha gourmet e o home theater podem ser incluídos naquele espaço por portas de correr. No exterior, parte do deck desliza para revelar um spa sob o piso, enquanto outra cede lugar a um fogo de chão. A escada que conduz ao andar superior, onde situam-se a suíte master e o atelier, toma a forma de escultura com degraus engastados na parede, sob grande teto de vidro que transforma o átrio em pátio interno. O volume do primeiro andar retoma a horizontalidade do térreo e contrasta pela simplicidade do revestimento externo em réguas de madeira de diferentes larguras, que formam as venezianas de proteção. A rusticidade da casa é ressaltada pelo emprego de tijolos em tons claros, que trazem leveza ao conjunto. Todos os caixilhos utilizados possuem perfis extremamente delgados de apenas dois centímetros, quase imperceptíveis, mesmo quando fechados. O resultado do design de interiores é uma inovadora composição que concilia marcantes ícones estadunidenses e mobiliário discreto de origem italiana. O escultor Michael Coffey confeccionou o conjunto de mesa e cadeiras que dominam a sala de jantar, em um lento processo de 8 meses trabalhando com peças maciças de madeira. Ícones de Paul Evans, Warren Platner e Richard Schultz dividem espaço com peças neutras, como as de Paola Lenti. A paleta de cores busca tonalidades alaranjadas e o terracota do contexto, além de unir a calidez da madeira ao frescor da pedra. Tecidos como as almofadas listradas ou o grande tapete nepalês da sala ressaltam este esforço por uma atmosfera que transita entre o monocromático e tons terrosos. A coleção de peças de antiquários nova-iorquinos e de obras de arte e objetos do casal, como uma prensa de Joaquim Tenreiro e pratos em cerâmica de Picasso e Burle Marx, completa os ambientes.
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